Você viu o “tipo” daquela “bichinha”???
Chegou aquela “biba afetada”!!!
Esse lugar só tem “caminhoneira”!!!
Por que essas “sapas” têm que “se vestir desse jeito”???
Aquela “sapatão” só falta “coçar o saco”!!!
Se você é gay (mulher ou homem), com certeza já ouviu algumas dessas frases, ou “adjetivos” preconceituosos e esteriotipados do gênero. Mas, até aí, tudo “bem”. Pois, vivemos numa sociedade ignorante (no sentido de “falta de informação”), intolerante e hipócrita (e, este último, é assunto que dá pano pra manga, e que não vem ao caso agora). E, quanto a isto, já sabemos como agir e como nos defender, por pura experiência.
Ainda pode-se dizer que, parte da “culpa” pelo “olhar preconceituoso” da sociedade aos homossexuais, é nossa mesma. Dos próprios gays. Um bom exemplo está nas celebrações da “Parada da Diversidade”, em que, claro, um dos objetivos é a diversão, mas fazemos questão de mostrar e ressaltar tudo aquilo que não gostamos de ouvir do lado de fora.
Mas, o que é foda de verdade, é quando estas frases não são proferidas por “héteros com pouco conhecimento”, e sim pelos próprios gays falando dos “trejeitos e jeitos” uns dos outros. E, neste caso, como recebemos??? Como nos defendemos???
Espera-se de “quem sofre o preconceito na pele” que não aja da mesma maneira para com outrem. Mas, essa atitude auto-depreciativa da “classe” é comum de se ver (e ouvir) em rodas de amigos (gays) e rodas de conversas em bares e baladas (gays).
Precisamos mesmo de “rótulos”??? Esse é “macho”, aquela é “lady” e a outra é “sapa”, é “hétero”, é “homo”. Por que não podemos enxergar as pessoas, simplesmente, como pessoas???
Após muitas lutas, temos conseguido ganhar espaço, mostrando que não há nada de anormal em ser gay. Exigimos respeito!!! Lutamos por respeito!!! Respeito, já!!! Basta à intolerância!!! Direitos, já!!! Já!!! Já!!! Já!!!
Então, aqui cabe uma pergunta:
“Como poderemos “exigir respeito” se ainda falhamos com respeito pelos nossos???”
Vamos pensar neste assunto com carinho...e, deixe seu comentário, pois um ambiente de convívio saudável depende de mim e de você...
Chegou aquela “biba afetada”!!!
Esse lugar só tem “caminhoneira”!!!
Por que essas “sapas” têm que “se vestir desse jeito”???
Aquela “sapatão” só falta “coçar o saco”!!!
Se você é gay (mulher ou homem), com certeza já ouviu algumas dessas frases, ou “adjetivos” preconceituosos e esteriotipados do gênero. Mas, até aí, tudo “bem”. Pois, vivemos numa sociedade ignorante (no sentido de “falta de informação”), intolerante e hipócrita (e, este último, é assunto que dá pano pra manga, e que não vem ao caso agora). E, quanto a isto, já sabemos como agir e como nos defender, por pura experiência.
Ainda pode-se dizer que, parte da “culpa” pelo “olhar preconceituoso” da sociedade aos homossexuais, é nossa mesma. Dos próprios gays. Um bom exemplo está nas celebrações da “Parada da Diversidade”, em que, claro, um dos objetivos é a diversão, mas fazemos questão de mostrar e ressaltar tudo aquilo que não gostamos de ouvir do lado de fora.
Mas, o que é foda de verdade, é quando estas frases não são proferidas por “héteros com pouco conhecimento”, e sim pelos próprios gays falando dos “trejeitos e jeitos” uns dos outros. E, neste caso, como recebemos??? Como nos defendemos???
Espera-se de “quem sofre o preconceito na pele” que não aja da mesma maneira para com outrem. Mas, essa atitude auto-depreciativa da “classe” é comum de se ver (e ouvir) em rodas de amigos (gays) e rodas de conversas em bares e baladas (gays).
Precisamos mesmo de “rótulos”??? Esse é “macho”, aquela é “lady” e a outra é “sapa”, é “hétero”, é “homo”. Por que não podemos enxergar as pessoas, simplesmente, como pessoas???
Após muitas lutas, temos conseguido ganhar espaço, mostrando que não há nada de anormal em ser gay. Exigimos respeito!!! Lutamos por respeito!!! Respeito, já!!! Basta à intolerância!!! Direitos, já!!! Já!!! Já!!! Já!!!
Então, aqui cabe uma pergunta:
“Como poderemos “exigir respeito” se ainda falhamos com respeito pelos nossos???”
Vamos pensar neste assunto com carinho...e, deixe seu comentário, pois um ambiente de convívio saudável depende de mim e de você...



Além do preconceito que existe em relação aos estereótipos, principalmente dentro da própria "cominidade gay", se é que deveríamos chamar assim, existe também o contrário. Algumas pessoas simplesmente NÃO gostam de andar rebolando, de falar fino, enfim, de "dar pinta", como diriam os entendidos. Existem ainda pessoas que NÃO agem dessa forma e NÃO se sentem atraídas por pessoas que agem assim. E isso parece ainda mais difícil de se compreender. Porque algumas pessoas simplesmente não compreendem que isso não quer dizer que o cara é enrustido, não quer dizer que o cara tenha medo de assumir sua orientação, com todas as dores e as delícias que isso trás. Isso simplesmente reflete uma postura e um gosto pessoal.
ResponderExcluirE o que vale mesmo, é que cada um possa ser como é e gostar do que gosta sem preconceitos de nenhuma natureza.
Olá!
ResponderExcluirAcho bacana você ter levantado essa questão. Na minha roda de amigos tenho alguns deles que realmente expõe seu preconceito de diversas formas ainda. Por exemplo aos héteros que acompanham seus amgios gays em baladas GLS ou pior ainda: meninas patys. Acho lastimável os adjetivos estereótipados que nós gays damos uns aos outros realmente. Mais seria sensacionalista e até mesmo falso moralismo da minha parte mentir que não trato os MEUS amigos dessa forma.
Adorei a questão levantada =)
Acho que a maneira com as palavras são usadas, ou melhor dizendo, a atitude de algumas pessoas é que caracterizam um preconceito ou não. De todas as formas, deve-se evitar. Mas, da mesma forma que, com intimidade chamamos algum amigo de "gordinho", ou "criança", por exemplo, não com o intuito de ofender mas porque se tem intimidade suficiente pra fazê-lo, chamar os amigos de alguma forma assim não caracteriza preconceito, a não ser que não se dê liberdade a isso.
ResponderExcluirÓtimo post, acho que dá pano para muita discussão.
Concordo com o Lúcio, o João Francisco e com o Pitango...
ResponderExcluirE, é nisto tudo que está a diversidade...nossas diversas "facetas"...além de se poder ser quem realmente se é...
E, eu mesma, confesso, falo sobre as "paty´s"...mas, o fato é , simplesmente, de eu não me sentir atraída pelos seus estilos de vida e a maneira de se vestirem...prefiro o estilo de garotas que usam all-star, pois há maior identificação comigo...
Não podemos mudar o mundo...mas, podemos começar com cada um de nós...
Alguns de meus amigos não se importam em serem chamados por tais "adjetivos", visto que, pela intimidade da amizade, acabam usando apelidos para referirem-se uns aos outros. Mas, neste caso, a liberdade é dada por cada um, não configurando em preconceito. Mas, esta é outra situação.
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