quarta-feira, 29 de abril de 2009

Top destinos gays!


Buenos Aires!


Tolerância ao público aliada a sofisticação mais o câmbio favorável fazem do país um dos Top destinos escolhidos entre os gays atualmente. A capital argentina, Buenos Aires, atrai cada vez mais o turismo homossexual. No ano de 2007 foi a sede do Mundial de Futebol Gay, o primeiro torneio do gênero a ser disputado na América do Sul. Além disso no mesmo ano foi inaugurado o único hotel cinco estrelas do continente destinado aos homossexuais: Axel Buenos. O hotel fica em San Telmo, o primeiro bairro "gay friendly" da cidade, que já abrigava um albergue para homossexuais, local onde também é possível encontrar tradicionais antiquários, bares, restaurantes, discotecas, cafés literários e galerias de arte. Segundo estimativas extra-oficiais os gays representam cerca de 20% dos visitantes que a cidade recebe. Apesar de não existirem estatísticas oficiais, os cálculos indicam que a cada mês chegam a Buenos Aires 55 mil turistas gays nacionais e estrangeiros, o que representaria 20% do total que a cidade recebe.

Comportamento

SEXO FRAGIL

Você brinca comigo
Quando vem a mim

Quanto? Vem a mim

Diverte seus sentimentos

Divergindo os meus

Você brinca comigo
Quando abusa do teu toque
Ofuscando meus impulsos
Intitula seus desejos

E manipula os meus

Você brinca comigo
Quando te abraço em solidão
No vazio do real querer
Integra a cumplicidade do teu gostar

Entregando as reações do meu

Você brinca comigo
Mas por hora...

Que seja divertido pra nós duas.

...Brinca comigo.


Quando vejo um texto com o titulo de SEXO FRAGIL, meu entendimento, minha interpretação: caem na palavra Feminismo. Mas não, desta vez! Agora a intenção das destas palavras tem a ver no quanto nós mulheres do universo Gay, somos frágeis quando o aspecto é sexo. Sério! varias vezes conversando, bisbilhotando, conhecendo ou mesmo "praticando"; o assunto é frágil e revelante. Conhecidas e desconhecidas, por vezes deixamos passar em branco qual o nosso prazer e ainda! Qual o prazer da nossa companheira.

Brinca comigo foi um texto, escrito na "boa intenção" de sentir meu prazer e entender o prazer da minha companheira. Afinal a "brincadeira" torna o relacionamento mais prazeroso quando é "divertido" pras duas. Vocês já se perguntaram o que faz duas (três ou mais - brincadeirinha) mulheres na cama, na intimidade do desejo? Sexo oral? Beijos sedutores, Caricias, a brincadeira dos dedinhos???, minha coxa entre tuas pernas, teus lábios, teus seios. Nossa! quase tive um orgasmo!

Não é bem assim, nem sempre nosso entendimento ou ações satisfazem nossa parceira, e como saber! Sei la! A pratica é um bom inicio, mas antes dela vem aprender a comunicar-se com o outro, com a outra. Por isso é "super legal" como diz uma grande amiga minha, a gente ter um relacionamento, um incentivo sim ao namoro; mais ainda, aprender com o outro. Sem barreiras e medos em dizer o que sente, literalmente é claro. Ta sentindo, e ai? foi bom pra você? Clichês! Até pode ser, mas que transformam e muito nosso sexo que de tão frágil, pode vir a ser "fingido" "falso".

As literaturas não são tão especificas, os filmes pornôs são meio broxantes, o seriado L WORD me da mais tesão e imaginação. Enfim, não somos o sexo frágil, porem temos muito que aprender sobre nosso SEXO.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Cultura

Vale a pena conferir!!!

Videoclipe

"No Vai e Vem do Metrô"

(para ver este vídeo, inicialmente, clique em "stop" no mixpod ao lado)

A cantora, compositora e violonista, Raquel Martins, nasceu no estado do Rio de Janeiro. E, há 10 anos, mostra seu trabalho na capital paulista, em bairros badalados como a Vila Madalena.

A faixa “No Vai e Vem do Metrô" é parte integrante de seu primeiro cd (homônimo), lançado em 2008. Neste, é exposto com maestria, um conjunto de vivências, viagens e emoções experimentados pela compositora ao longo dos últimos 10 anos. Um trabalho com características urbanas, que também sugere paisagens de natureza exuberante, ambientes distintos por onde a artista transitou e buscou a matéria-prima para compor as canções, passendo por diferentes ritmos brasileiros. A parceria com Bia Clemente garante momentos de poesia, beleza e sutileza. E a banda se encarrega de dar o clima para cada música com talento e versatilidade.

Acesse: http://www.myspace.com/raquelmmartins

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Cultura


É praticamente um clichê escrever sobre o filme O Segredo de Brokeback Mountain em um site destinado ao público gay. Porém o interessante é se falar de como algumas pessoas reagiram a ele. Quem assistiu a ele no cinema, pôde perceber algumas pessoas levantando e abandonando a sala logo após a primeira cena do envolvimento dos dois cowboys (o que não é uma exclusividade de filmes que mostram envolvimentos gays, mas também de outros. Eu mesmo já presenciei esta cena em películas como "Dogville" e "O Fantasma", também impressionantes em suas peculiaridades.

Mas o legal de se ressaltar são os efeitos positivos que o filme produziu -várias indicações ao Oscar, inclusive pelas belas interpretações e o prêmio de melhor direção, críticas favoráveis em todo o mundo e, principalmente, admiradores e fãs desse grande história. Uma das críticas mais interessantes e inesperadas que li foi a de Arnaldo Jabor, na verdade uma crônica que além de ser publicada em jornal saiu também em seu livro "Pornopolítica". Arnaldo conta que uma amiga o convidou para assitir ao filme, mas ele relutou dizendo que não queria ver o filme dos "veados". Foram então ao cinema para outro filme, mas perdendo o horário acabaram indo ao Brokeback. A supresa de Jabor foi ver, durante o filme, que muito além de ser uma história sobre dois cowboys gays na década de 60, trata-se de uma história de amor - amor verdadeiro, puro e eterno. E no fim se encantou com o filme, diante de uma história tão bonita e sincera, de um amor que, mesmo não tendo sido vivido como poderia ser, em razão das escolhas feitas por Enis del Mar, foi eterno, forte e sempre muito vivo.
A opinião de Jabor demonstra uma clareza em ver que, muito além de um preconceito ou reação adversa por ser sobre um relacionamento homossexual, contempla-se uma história de um sentimento verdadeiro que transcende qualquer preconceito, julgamento ou barreira...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Cultura





Tenor paranaense canta ao lado de Andrea Bocelli no Faustão




Cristhyan Segala, natural de Curitiba - PR, estudante de canto da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, com uma experiência que já inclui participações em óperas como “Rei Arthur” e "La Calisto", é uma das grandes promessas do cenário da música erudita. Com seu estilo forte e grande simpatia, encanta a todos com sua voz marcante de tenor.


Depois de mostrar seu trabalho na recém concluída turnê de Norte a Sul do país, foi convidado a acompanhar o grande tenor italiano em apresentações nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. No último dia 19 de Abril pudemos conferir uma de suas apresentações no programa da Rede Globo “Domingão do Faustão” cantando ao lado de Bocelli, juntamente com seus companheiros da Orquestra Sinfônica do Paraná.


Cristhyan é mais um caso de sucesso em nosso meio, mostrando assim que não somos a chamada “minoria”. Vida longa à voz de Cristhyan Segala!


Confira!!! http://www.youtube.com/watch?v=0WrHkh-TrS0


terça-feira, 21 de abril de 2009

Comportamento




Gays x Gays





Você viu o “tipo” daquela “bichinha”???
Chegou aquela “biba afetada”!!!
Esse lugar só tem “caminhoneira”!!!
Por que essas “sapas” têm que “se vestir desse jeito”???
Aquela “sapatão” só falta “coçar o saco”!!!

Se você é gay (mulher ou homem), com certeza já ouviu algumas dessas frases, ou “adjetivos” preconceituosos e esteriotipados do gênero. Mas, até aí, tudo “bem”. Pois, vivemos numa sociedade ignorante (no sentido de “falta de informação”), intolerante e hipócrita (e, este último, é assunto que dá pano pra manga, e que não vem ao caso agora). E, quanto a isto, já sabemos como agir e como nos defender, por pura experiência.

Ainda pode-se dizer que, parte da “culpa” pelo “olhar preconceituoso” da sociedade aos homossexuais, é nossa mesma. Dos próprios gays. Um bom exemplo está nas celebrações da “Parada da Diversidade”, em que, claro, um dos objetivos é a diversão, mas fazemos questão de mostrar e ressaltar tudo aquilo que não gostamos de ouvir do lado de fora.

Mas, o que é foda de verdade, é quando estas frases não são proferidas por “héteros com pouco conhecimento”, e sim pelos próprios gays falando dos “trejeitos e jeitos” uns dos outros. E, neste caso, como recebemos??? Como nos defendemos???
Espera-se de “quem sofre o preconceito na pele” que não aja da mesma maneira para com outrem. Mas, essa atitude auto-depreciativa da “classe” é comum de se ver (e ouvir) em rodas de amigos (gays) e rodas de conversas em bares e baladas (gays).

Precisamos mesmo de “rótulos”??? Esse é “macho”, aquela é “lady” e a outra é “sapa”, é “hétero”, é “homo”. Por que não podemos enxergar as pessoas, simplesmente, como pessoas???

Após muitas lutas, temos conseguido ganhar espaço, mostrando que não há nada de anormal em ser gay. Exigimos respeito!!! Lutamos por respeito!!! Respeito, já!!! Basta à intolerância!!! Direitos, já!!! Já!!! Já!!! Já!!!

Então, aqui cabe uma pergunta:
“Como poderemos “exigir respeito” se ainda falhamos com respeito pelos nossos???”

Vamos pensar neste assunto com carinho...e, deixe seu comentário, pois um ambiente de convívio saudável depende de mim e de você...

domingo, 19 de abril de 2009

Comportamento

POR UMA CURITIBA LIVRE DE RACISMO, HOMOFOBIA, MACHISMO E FASCISMO
(Clique na imagem para ampliar)

Aconteceu no ultimo dia 18 de abril um ato de combate a intolerância em nossa cidade. O protesto organizado pelos alunos da UFPR começou na Praça Santos Andrade e seguiu rumo a Boca Maldita. Muitos jovens vestidos de preto protestavam o ataque sofrido pelo estudante de Ciências Sociais da instituição. Conversando com algumas manifestantes ouvimos que a maneira na qual estavam vestidos era a de simplesmente impactar o cidadão curitibano e falar que a nossa real identidade daqui algum tempo deverá ser escondida como naquele momento estava. Pois nem nas ruas temos o direito de ser quem realmente somos. Nós do BLOG apoiamos e participamos da manifestação e indagamos nossa indignação perante ao caso, pois queremos uma Curitiba livre de racismo, homofobia, machismo (uó), fascismo e toda e qualquer forma de intolerância!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Comportamento

Ser gay é ser normal

Quem já não pensou ou questionou isso quando estava se descobrindo gay? Eu vou poder constituir família? Eu sou um "freak"? É pecado ser assim? A minha vida vai ser uma ruína, rodeada de putaria e sacanagem, drogas, baladas, desapego, para no final ficar na solidão?

Com o tempo se percebe que não é bem assim - claro, para quem quer abrir os olhos a isso. Você é gay e precisa estudar, trabalhar, pagar contas, votar, tomar vacina como todo mundo. E por que algumas pessoas ou parte da sociedade nos veem com maus olhos? Porque eles são tapados, ora essa, porque cresceram envoltos num paradigma de que ser gay é ser errado, ou pior, que é reversível.

Você vai, no enfrentar das situações e dificuldades da vida, vendo que - 1) caráter 2) honestidade 3) ser gente boa, parceira, interessante, inteligente e bem sucedida 4) muitas outras coisas - tudo independe de você ser gay ou não. É de cada um construir o seu céu ou seu inferno, ou buscar o caminho do bem ou o do mal.

E dá pra ser feliz sendo gay? Sim! Quando você conseguir ver que há amigos verdadeiros e pessoas do bem que também são gays, que você pode sim fugir do esteriótipo de que todos os gays são promíscuos e não querem nada com nada, que você pode sim constituir família e já temos exemplos disso, e que você pode ser bem sucedido (não temos na Islândia a primeira presidente assumida?), você vai ver: felicidade é um caminho que cada um busca, ao seu jeito.




E aí, diante de tudo isso, ser gay é ser normal ou não é?

Comportamento

Você prestou atenção à propaganda da Nebacetin???

Famílias "alternativas"

... com naturalidade....

As famílias mudam...

E que a visão da sociedade continue a mudar... para melhor!!!

Cultura

Se você aguardava um romance estrelado por personagens gays, numa linguagem que até sua mãe pode compreender, aqui está.

Livro
“O Salto Mortal”
Marion Zimmer Bradley

Leitura indispensável de um texto que aborda os conflitos internos e externos, vividos por cada um de nós...gays...em uma sociedade em que impera a intolerância, a falta de informação e o preconceito.

Um magnífico romance sobre dois artistas de circo...apoixonados!!!
Uma bela e colorida história sobre o mundo do circo dos anos 40 e 50.
Rico em detalhes, com poder e emoção arrebatadores.
Marion Zimmer Brabley (autora de “As Brumas de Avalon”) nos traz esta movimentada história, a rica saga de uma família, um amplo e compassivo retrato de um amor especial num mundo especial.

Mario Santelli, um dos membros da famosa família dos “Santelli Voadores” é um talentoso trapezista. Tommy Zane é seu pupilo.
Da mesma forma natural e graciosa com que cortam os ares sob a lona, descobrem-se apaixonados. Dividem deliciosos momentos de paixão, porém a verdadeira força desta relação vem da sua total devoção ao circo, ao trapézio, e de um pelo outro.
Como figuras públicas num tempo conservador, não podem revelar esse amor. Mas, com certeza, nunca renunciarão a ele.

“É o relacionamento profundo e íntimo de sua arte com sua vida e o amor que permite a naturalidade e dá credibilidade ao romance entre Mario Santelli e Tommy Zane.” (The Seattle Times)

Com a maestria que é peculiar de sua escrita, a autora aborda o tema de forma natural e envolvente. Trazendo à tona as alegrias e os conflitos mais íntimos de dois jovens que caminham na contra-corrente de uma época “puritana” e “conservadora”. Revelando que, acima de qualquer obstáculo, está o amor que os ajuda a conhecer a si próprios e os leva a viver com intensidade cada momento de suas vidas...juntos!!!

Se você já leu este livro ou outro similar, deixe o comentário de suas impressões e ajude a revelar e enriquecer as “dores e delícias” de sermos quem somos.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Nós

O Início

DANK...

Sentei-me no chão
Firmo melhor meus pensamentos assim;
Brindamos ao ano de 2009
Ali na sala do DANK
Embriagados de uma amizade que se anuncia
Desejos sinceros de pessoas
Que ali se permitiram estar
eu "falhei" de mim, entendi de vocês
palavras que simbolizaram
a sintonia dos nossos momentos
do nosso querer, um poder de cada um
na razão dos quatro
poesias ao vento
canção aos nosso corações
exposição de nossas almas
nós tantos, quantos, como e porque?
Sentados no chão
Firmamos nossa própria história
Percebi o ano de 2009
Ali na sala do Dank
E la estávamos todos os quatro,
Conversando, viajando sobre a vida
Fazendo da amizade, um blog, uma intenção
Realidade de atitudes nossas
Que estavam ali
Na sala do Dank.